
A gente olha pro céu à noite, vê a imensidão das estrelas e percebe que tudo isso não surgiu por acaso. Deus é o construtor de todo o universo e de cada um de nós. Ele trouxe à existência as primeiras pessoas, fez elas usando sua própria imagem como molde, e soprou a vida dentro delas.
O propósito de Deus era muito claro: Ele queria ter comunhão com os seres humanos, e então nos colocou num jardim, para que cuidássemos e desfrutássemos do lugar. Nós vivíamos em um estado de perfeição nesse paraíso, sem dor ou tristeza (como nos conta o livro de Gênesis, capítulos 1 e 2), e todos os dias podíamos conversar com Deus face a face, assim como falamos com as outras pessoas hoje.
Contudo, o amor verdadeiro não pode ser forçado, e uma relação genuína precisa ser baseada na obediência e na confiança. Por isso, Deus colocou uma árvore específica no meio do jardim e deu uma ordem muito clara: as pessoas não poderiam comer do seu fruto. Essa árvore representava a nossa liberdade de escolha, mas também trazia consigo uma consequência e uma regra, servindo como um teste para o nosso coração. O princípio ali era muito simples: confiar que Deus sabia o que era melhor para nós e nos submetermos a Ele, em vez de cedermos à tentação de desobedecer para tentarmos ser como o próprio Deus, ditando as nossas próprias regras e verdades. Ele não precisava de nós, mas, por ser um Deus amoroso, desejava que nossa relação fosse voluntária e fundamentada nessa confiança real.









